[ eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.. ]
ah! os clichês. mas fazer o que se encaixa perfeitamente no contexto?
há algum tempo venho pensado na minha relação eu-mundo, e muita muita coisa mudou.
ontem até pensei em voltar a fazer terapia, não sei realmente o quão fora de eixo me encontro, ou se isso é o reflexo do que me tornei - e quero pessoas compatíveis ao meu lado.
tenho tido cada vez mais preguiça de pessoas que reclamam das coisas - e não fazem nada para mudar. as pequenas coisas é a que mais me incomodam na verdade, pois muitas vezes as grandes demoram mais tempo, requerem mais planejamento, etc.. mas poxa, se a pessoa é capaz sim de mudar aquela pequena coisa que a incomoda, e não o faz, preguiça, muita preguiça. dela - de não fazer para mudar, e minha - de não aguentar mais gente assim.
a questão é: quase todo mundo é assim. e aí entra a questão da terapia: tenho me isolado. não que eu ache ruim, nem que ache o máximo viver cercada de pessoas. mas será que minha intolerância não virou algo muito grande nesse ponto? enfim.
o ponto é que quando mudamos, nosso mundo muda. percebemos as coisas de outro jeito, e o meu anda upside-down. e não posso dizer que é de um jeito ruim, pelo contrário. novas prioridades que só tem me feito muito bem, e com mais vontade ainda de continuar lutando pelas coisas que acredito, e lutando pelo que quero mudar.
longe de ser um post idealista, ou qualquer coisa parecida, longe de mim isso. mas ao invés de ficar resmungando, que tal planejar a próxima mudança?
n. do e.: sinceramente, acho que começo a acreditar em inferno astral. não como um agente ruim, mas modificador. MUITAS oscilações que me fizeram pensar muito ultimamente, além de 3 piercings a menos desde o dia 4 de agosto. ok, pode ser mera coincidência.