e eu aqui cansada sobre o não-rumo das coisas e de teorias que só fazem sentido na minha cabeça. já não quero mais testar os limites da exaustão, não quero saber quanto mais posso aguentar. o muito já parece muito pouco, e em algumas circunstâncias o muito pouco já se torna algo em que podemos crer. e tudo o que me foi oferecido foi a ausência.
a individualidade só funciona quando não há necessidade do outro. e é triste ver uma parte nossa partir, mas foi o que restou. e eu já não sei discernir se dói mais em quem vai ou em quem fica porque sempre escolho partir.
da parte de mim que não mostro, já que é um caminho sem volta.
da visão distorcida, onde desejos se (con)fundem com sonhos. mas meus pés devem permanecer no chão.
e a partir de agora o silêncio será nossa companhia.
as long as I can fight, I'll survive.