[vendredi, janvier 07, 2011]
 
Porque se eu for seguir meu novo lema do "e por quê não?" garanto que vou acabar como garçonete em países estranhos na Europa com dinheiro suficiente para meu surtos nômades. E nem por isso seria menos feliz.
Daqui, onde os dedos não acompanham o raciocínio, elas vêem assim do nada, e vão em um piscar de olhos.
Da natureza inquieta, a mesmice me leva à mudanças. Mais de um passo de cada vez, e acho que consigo encarar tudo. Deixar coisas para trás quando se toma decisões é falha? Não que isso importe agora. Porque às vezes percebemos que o que queremos é aquilo que a gente já tinha, mas de outro modo. Como querer o modelo do seu jeans favorito, mas em uma outra lavagem. E tudo isso porque eu simplesmente não sei conviver com a dúvida, por mais que ela seja minha única certeza. E quanto menos falta para chegar onde eu queria, mais eu altero o rumo das coisas.